8.1.15

Descoberta cidade subterrânea com 5 mil anos

Uma equipa de arqueólogos turcos acaba de confirmar a descoberta do que se julga ser uma das maiores e das mais antigas cidades subterrâneas do país. Os vestígios terão cerca de 5 mil anos e estão localizados perto da cidade turca de Nevşehir.
Segundo informação avançada à imprensa local, a cidade arqueológica nasceu há 5 mil anos. Foi descoberta por construtores que se preparavam para erigir no local um novo projecto imobiliário, que foi entretanto cancelado.
De acordo com o jornal turco Hurriyet Daily News, esta poderá ser "uma das maiores cidades subterrâneas do mundo".
A cidade já foi oficialmente registada pela Associação de Preservação do Património Natural e Cultural da Turquia.
A descoberta tem igrejas e várias galerias que estarão ligadas por túneis de vários quilómetros.

Capadócia é rica em cidades subterrâneas

 A Capadócia foi um "terreno fértil" em termos de cidades subterrâneas, uma vez que a sua rocha vulcânica era de fácil escavação.
Até à data, a cidade subterrânea mais conhecida de Nevşehir era Derinkuyu, situada a cerca de hora de viagem da nova cidade.
Derinkuyu, que se acredita ser do século VIII antes de Cristo, ocupa uma área que teria capacidade para albergar "milhares de habitantes".
 
(Fonte: Boas Notícias)

27.1.14

Basílica bizantina descoberta no fundo do lago Iznik

 
 Os vestígios de uma antiga basílica foram descobertos a cerca de 20 metros da costa, no Lago Iznik, por funcionários que estavam a fazer fotografia aérea da cidade para um inventário histórico e arqueológico. Os alicerces da igreja encontram-se submersos a cerca de 1,5 metros de profundidade. Arqueólogos, historiadores e historiadores de arte que estão a trabalhar na igreja, estimam que a basílica colapsou durante um terramoto que ocorreu na região no ano 740. Descobriram que foi construída em honra de Santo Neófito, que foi morto com 16 anos por soldados romanos em 303, antes do Édito de Milão, que estabeleceu tolerância religiosa para com os cristãos no Império Romano. 
 
(Fonte: Hurriyet Daily News)

4.4.13

Arqueólogos descobrem "Portão de Plutão" em Hierápolis



Um grupo de arqueólogos italianos descobriu na Turquia as ruínas do "Portão de Plutão" ou Plutonium, que, para os antigos povos greco-romanos, era uma espécie de passagem para o inferno. O sítio localiza-se em Hierápolis, que hoje é considerada Património Mundial da UNESCO, e fica próximo do famoso destino turístico de Pamukkale, na Anatólia. Plutão era considerado o deus dos mortos ou do submundo pela mitologia greco-romana. Segundo os arqueólogos, o portal para o inferno era, na verdade, uma caverna natural através da qual uma grande quantidade de gases letais escapava para a superfície, capazes de matar qualquer ser vivo que se aproximasse de mais da entrada. O local ficava próximo de um templo dedicado a Apolo, e a sua associação com a morte foi crescendo por causa dos peregrinos que visitavam o lugar. Os próprios pesquisadores foram testemunhas das propriedades letais da caverna durante as escavações, presenciando a morte instantânea de diversos pássaros que tentavam aproximar-se da entrada do local. Do portal para o inferno, os arqueólogos encontraram uma piscina e inúmeros degraus saindo da caverna, além de uma inscrição com uma dedicatória ao deus do submundo.
 
(Fonte: Discovery news)

2.4.13

Descoberta "Porta do Inferno" em Hierapolis

Arqueólogos desenterraram os restos de uma antiga caverna mitológica, descrita como sendo a "Porta do inferno". O lendário portão para o submundo, descoberto na Turquia, é referido na mitologia como a "Porta de Plutão".

A caverna foi celebrada na antiga mitologia greco-romana e nas tradições como a porta de entrada para o "submundo".
A equipa de arqueólogos descobriu o portão na cidade antiga frígia de Hierapolis, referido como a porta de entrada para o inferno por Cícero e pelo geógrafo grego Estrabão.
Como o filósofo grego explicou nos seus escritos, a entrada da caverna "vomita" vapores nocivos que matam qualquer coisa no seu caminho.
"Qualquer animal que ali entra encontra a morte instantânea", escreveu. "Eu lancei para lá pardais e eles imediatamente caíram". "Este espaço está tão cheio de vapor nebuloso e denso que dificilmente se pode ver o chão", acrescentou.
Francesco D'Andria, professor de arqueologia na Universidade de Salento clássico, que levou a equipa a descobrir a caverna, explicou que o grupo fez a importante descoberta ao reconstruir o percurso de uma fonte termal.
Após a escavação do local, os arqueólogos também encontraram meias-colunas iónicas com inscrições dedicadas às divindades do submundo de Plutão e Kore.
Sacerdotes, que estariam alucinados sob a acção do fumo, terão sacrificado touros a Plutão, levando os animais para dentro da caverna tóxica, para depois arrastá-los para fora mortos, explicou o arqueólogo.
"Pudémos ver as propriedades letais da caverna durante a escavação", disse D'Andria. "Várias aves morreram quando tentavam chegar perto da abertura do braço, mortas instantaneamente pelas emanações de dióxido de carbono", disse.
Acredita-se que a caverna existiu até ser destruída pelos cristãos, no século VI, ajudados por terramotos.
"Esta é uma descoberta excepcional, pois confirma e esclarece as informação que temos das fontes literárias antigas e históricas", disse Alister Filippini, um investigador da história romana.
 
(Fonte: Diário Digital)

9.12.12

Muralhas de Constantinopla



















As muralhas de Istambul rodearam e protegeram Constantinopla desde a sua fundação como nova capital do Império Bizantino pelo imperador Constantino. Foram a última grande fortificação e uma das mais complexas, com vários prolongamentos e modificações. Foram construídas por Constantino,  e rodearam Constantinopla por todos os lados, protegendo a nova cidade de ataques por mar e por terra. Com o crescimento da cidade, foram construídas as muralhas de Teodósio no século V. Mantiveram-se intactas durante a maior parte do período Otomano, até algumas partes serem desmanteladas  devido ao crescimento da cidade. Muitos troços das muralhas ainda se mantêm, enquanto que outros foram reconstruídos no âmbito de um vasto programa de restauro levado a cabo desde os anos 80 do século XX.