28.4.10

Exploradores dizem ter encontrado na Turquia uma parte da Arca de Noé

Um grupo de investigadores turcos e chineses dizem ter encontrado a Arca de Noé. O achado foi localizado no Monte Ararat, no Leste da Turquia, perto da fronteira com o Irão. Os exploradores, pertencentes a uma organização evangélica, identificaram uma estrutura de madeira antiga, com 4800 anos. A antiguidade já foi verificada através do método do carbono 14, um dos mais rigorosos que se conhece.

(Fonte: RTP)

27.4.10

Grupo evangélico clama descoberta da Arca de Noé no Monte Ararat


Um grupo de arqueólogos evangélicos da Turquia e de Hong Kong acredita ter descoberto a Arca de Noé no topo do Monte Ararat, na Turquia. A equipa diz ter encontrado pedaços de madeira com 4800 anos. "Não é 100 por cento seguro que seja a Arca de Noé, mas pensamos que seja 99,9 por cento", revelou Yeung Wing-cheung, um documentarista de Hong-Kong e membro da equipa composta por 15 elementos. Disse ainda que a estrutura tem vários compartimentos, talvez para albergar animais. Referiu também que localizaram um povoado nas imediações, a cerca de 3500 metros de altitude. Yeung adiantou ainda que vai ser pedido ao governo turco que solicite o estatuto de Património da Unesco para garantir a protecção do local durante as escavações arqueológicas.
A Bíblia narra que Deus decidiu inundar o mundo por causa da perversidade humana, mas decidiu poupar Noé, o único homem justo da sua geração, e a sua família. Disse a Noé para construir uma arca e enchê-la com a sua família e um casal de todas as espécies de animais do mundo. Quando Deus decidiu interromper o dilúvio, a arca parou numa montanha, que muitos acreditam ser o Monte Ararat, o ponto mais alto da região. A história é contada em Gênesis 6-12[1][2], assim como no Alcorão e em outras fontes.

(Fonte: Hürriyet e Wikipédia)

18.10.09

Estudos portugueses sobre mosaicos romanos encontrados em Portugal apresentados em Bursa


Está a decorrer em Bursa, no noroeste da Turquia, o XI Simpósio Internacional de Mosaicos que conta com a participação de arqueólogos e investigadores portugueses.
Virgílio Lopes vai apresentar uma comunicaçao no dia 19 de Outubro intitulada Mosaicos da Antiguidade Tardia em Portugal. No mesmo dia, Jorge António, Maria Teresa Caetano e Cátia Mourão apresentam outra intervenção com o título O Mosaico da Casa da Medusa (Portugal, Alter do Chão). As intervenções oriundas de Portugal terminam dia 19 com a participação de Filomena Limão e o tema A Representação dos Vasos (cântaro, cratera) nos Mosaicos Romanos em Portugal: Abordagem Formal e Iconográfica da Antiguidade Clássica à Antiguidade Tardia. No dia 20, Miguel Pessoa apresentará uma comunicação denominada Um Stibadium com Mosaico na Villa Romana do Rabaçal, Penela, Portugal. No mesmo dia Maria de Jesus Duran Kremer apresenta o tema Os Mosaicos Geométricos da Villa Romana de Abicada: O seu Papel no Contexto dos Mosaicos Romanos do Algarve.

Veja o programa completo deste simpósio aqui.

23.9.09

Utensílio de ferro mais antigo do mundo encontrado em Kaman-Kalehöyük


Kaman-Kalehöyük é um sítio arqueológico da Idade do Bronze, localizado na Turquia, na província de Kırşehir, na aldeia de Çağırkan, cerca de três quilómetros a Este da cidade de Kaman e a cerca de 100 quilómetros a sudeste de Ancara. Ocupa um monte com cerca de 280 metros de diâmetro e cerca de 16 metros de altura.
Tem sido objecto de escavações arqueológicas contínuas por parte do Instituto Japonês de Arqueologia da Anatólia (JIAA) desde 1986.
Foram identificados quatro períodos em Kaman-Kalehöyük: Império Otomano/período Bizantino (séculos XV-XVII), Idade do Ferro (séculos XII-IV a.C.), Idade do Bronze Médio e Final (séculos XX-XII a.C.), e Idade do Bronze Inicial (3.º milénio a.C.). Foram também encontrados artefactos do período Calcolítico e Neolítico, mas ainda não foram escavados povoados desses períodos.
As escavações em Kaman-Kalehöyük revelaram novas ideias sobre a história da Anatólia. Por exemplo, o período após o colapso do Império Hitita, dos séculos XII ao VIII a.C., na Idade do Ferro, tem sido denominado de "Idade das Trevas" por serem considerados anos sem cultura significativa. Contudo, a escavação em Kaman-Kalehöyük forneceu uma série de níveis de ocupação e de artefactos. Nos níveis do 2.º milénio a.C., a sucessão de níveis culturais é claramente visível, desde o período Colonial assírio, o reino hitita e o período imperial hitita. Têm também sido descobertos artefactos que lançam novas opiniões sobre o início da Idade do Ferro.
Em 2000 foram descobertos fragmentos de um artefacto de ferro que pode revolucionar a história da produção de utensílios de ferro e recuar o início da Idade do Ferro estabelecido a cerca de 1500 a.C.
O artefacto, que se encontra fragmentado e que terá um comprimento total de cinco centímetros, será parte de uma faca e foi retirado de um nível estratigráfico com cerca de 4000 anos, ou seja datado de 2100-1950 a. C. Outro fragmento, de escória de ferro, mede dois centímetros de diâmetro. Foram também encontradas duas rochas com vestígios de ferro, sugerindo que o trabalho do ferro também terá existido neste sítio.
Estudos feitos no Museu Iwate, em Morioka, mostraram que a peça de ferro será cerca de 200 anos mais antiga do que uma outra que foi retirada do mesmo local em 1994 e que se pensava ser a mais antiga peça de ferro alguma vez produzida nos séculos XX-XVIII a.C.
Pensa-se que estas peças de ferro terão sido produzidas perto do sítio de Kaman-Kalehöyük, tal como a escória de ferro com dois centímetros de diâmetro. Hideo Akanuma, um arqueólogo do Museu Iwate, referiu que o achado levou a uma mudança na história da produção do ferro, e que se pensava que se pensava anteriormente que a produção do ferro tinha começado no reino hitita nos séculos XIV-XX a.C.

12.9.09

Descoberto busto do imperador Augusto em Laodicéia

Descoberto busto do imperador Augusto em Laodiceia
Foi descoberto um busto do imperador romano Augusto na cidade antiga de Laodicéia, em Denizli.
O busto foi encontrado junto a uma necrópole, segundo o professor Celal Şimşek, director do departamento de Arqueologia da universidade de Pamukkale e também director das escavações arqueológicas na cidade antiga de Laodicéia.